3 maneiras de aplicar Inteligência Artificial nos negócios

O que dizer de um celular que te ouve e responde as suas perguntas? Um aplicativo de voz que conversa com você, entende seus questionamentos e resolve seus problemas? Ou até mesmo um programa que reconhece quem é seu parente apenas pela simetria de seu rosto? Tudo isso impressiona, mas é atribuído ao tempo das novas novas tecnologias e à era da Inteligência Artificial (IA), que consiste em um ramo da ciência que cria softwares com um  assistência programada para otimizar algum serviço específico.

No mundo empresarial, esse software trabalha para se assemelhar à capacidade humana de raciocínio e percepção, encontrando problemas e tomando decisões autônomas para resolvê-los. É, sobretudo, uma ferramenta que visa desenvolver a inteligência para variadas circunstâncias, como um ser humano. Entenda!

IA na prática do mundo empresarial

Embora seja explorada com mais frequência nos tempos atuais, a definição de IA já existe desde 1955, quando o pesquisador e matemático John McCarthy a descreveu como “a ciência e engenharia de produzir máquinas inteligentes”.Este teria sido o primeiro conceito de uma máquina simulando a lógica e inteligência humana, concebido por Alan Turing, anos antes.

O uso da Inteligência Artificial é realidade crescente no Brasil. Um dos principais fatores responsáveis por esta multiplicação é o aumento significativo do poder de processamento de dispositivos eletrônicos menores. Antes, apenas supercomputadores podiam lidar com a complexidade da IA. Hoje, muitas soluções são executadas até mesmo em máquinas pessoais.

Essa presença da tecnologia melhora o desenvolvimento de tarefas em áreas como medicina, exploração de novos planetas e até mesmo busca por pessoas em desastres naturais.

Os pilares da IA no mundo empresarial

1.Robotização

 

 

Não é novidade para ninguém que os robôs dominam o setor industrial na atualidade. Por esta razão, a IA trabalha no intuito otimizar esses obstáculos, fazendo com que as máquinas trabalhem cada vez mais de forma autônoma.

Na prática, os robôs podem usar a comunicação para tomar decisões em relação ao ritmo da manufatura e eventuais problemas que possam ocorrer.

A exemplo está o Baxter,  um robô lançado em 2012, desenvolvido pela Rethink Robotics, que não precisa de programação. Ele faz o trabalho sozinho, após ser ensinado por alguém.

2.Chatbots

Cada vez mais aliada às empresas, a ferramenta do chatbots é ligada ao banco de dados do mundo corporativo. É utilizada por meio de uma linguagem coloquial para dialogar com as pessoas. Com ela, é possível otimizar serviços de protocolos, como reconhecimento de nomes e números de telefone. Tudo no intuito de um atendimento personalizado.

Os chatbots funcionam com base nas conversas anteriores. Por meio delas, o sistema aprende e encontra soluções cabíveis para resolver as demandas do cliente. Um exemplo comum, é o dos atendimentos das linhas telefônicas, quando alguém liga em busca de alguma solicitação.  

3. Watson

Conhecido como a estrela da International Business Machines (IBM), o famoso Watson, é um destaque em computação cognitiva. A ferramenta inteligente fala e consegue interpretar o que qualquer pessoa lhe diz. No sistema de autoatendimento, o Brasil tem dado os primeiros passos na utilização do recurso, através de um banco. Entre suas habilidades o software permite gestão de fortunas e treinamento de novos colaboradores. Watson também tem sido utilizado para prestar assistência na medicina, ao realizar a análise de estudos científicos e publicações na área.

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