As mentiras que você não deve contar no trabalho

Uma mentirinha daqui, outra dali e, de repente, tudo se torna uma bola de neve. No ambiente corporativo, a falta de verdade pode ser ainda mais grave do que nos outros âmbitos da vida.

Em 2017, uma pesquisa do jornal O Estado de S. Paulo constatou que o Brasil é campeão de processos trabalhistas, com 10 milhões de ações judiciais em tramitação. Grande parte desses litígios decorrem com origens das mentiras ou omissões de respaldos relevantes ao trabalho.

Desde uma doença falsa até documentações fictícias, o fato é que, definitivamente, mentir não é a melhor alternativa. Confira nossa lista e aprenda a não cair nesse erro!

1.Qualidades no currículo que você não possui

Antes mesmo de entrar na empresa, é importante ser sincero em relação a todas as suas qualidades profissionais. Um candidato com currículo recheado de falsas ou irreais experiências será descoberto cedo ou tarde. Isso se torna fatal para uma possível negativa na hora da contratação.

Detalhes como se dizer fluente em um idioma no qual é apenas intermediário, ou até mesmo afirmar que domina uma ferramenta que se conhece superficialmente não devem ser incluídos no currículo. Para evitar mentiras, ser sincero e se mostrar aberto às novas experiências torna-se um diferencial.

2.Telefone sem fio

Um boato ou outro que surge entre colaboradores pode ser passado adiante sem nem ser verdade. Independente disso, algumas condutas se tornam extremamente destrutivas em razão da mentira criada pelo famoso “telefone sem fio”. Para evitar que isso aconteça, cabe ao funcionário manter-se afastado deste tipo de comentário, e tentar ao máximo distinguir o teor das mensagens que chegam a ele. Não propagar comentários maldosos também é essencial. É preciso ter jogo de cintura e jamais deixar-se manipular por terceiros.

3.Faltar o expediente e criar desculpas

Considerada umas das mais recorrentes no ambiente corporativo, as famosas desculpas podem prejudicar o profissional e até ganhar uma proporção maior. Faltas por doença falsa, morte de um parente inexistente, ou até mesmo uso de atestado falso, são agravantes para demissão por justa causa.

E ser dispensado do trabalho por essas questões prejudica significativamente o currículo profissional de uma pessoa. Dessa forma, é primordial lidar com autenticidade dos fatos. Principalmente porque as boas referências ficarão registradas e poderão servir para os futuros empregos.

Confira também concursos com mais de 8 mil vagas!

 

Você pode gostar...

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.